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* Homeopatia pode ser arma contra a dengue (03/04/2002)

Resultados preliminares de uma pesquisa realizada pela Federação Brasileira de Homeopatia em cerca de 500 doentes de dengue, desde o início do ano, mostraram que o uso de terapias homeopáticas ajudou a reduzir os sintomas da doença e ainda encurtou o tempo de duração da infecção. 
O estudo analisou a eficácia do tratamento com homeopatia em clínicas particulares, em postos de saúde que oferecem terapias alternativas e no Instituto Homeopático Brasileiro. Os resultados finais ainda não estão prontos, mas, segundo os organizadores da pesquisa, a maioria dos doentes tratados com 14 diferentes remédios homeopáticos teve a doença de forma mais branda do que os que receberam o tratamento tradicional. 
Fonte: O Estado de S. Paulo
 
 
* Número de casos de pólio diminui 34% nos dois últimos anos  (03/04/2002)

O número de casos de poliomielite está caindo em todo o mundo, informaram os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDCs) dos Estados Unidos, na quinta-feira. Em 2001, houve 473 casos de pólio confirmados por exames laboratoriais, número bem inferior às 719 ocorrências registradas em 2000. Isso representa uma redução superior a 99 por cento no número de casos de pólio desde 1988. O vírus que causa a doença debilitante é endêmico atualmente em apenas dez países. 
Em 1988, quando foi feito o primeiro esforço para erradicar a poliomielite do planeta, o agente infeccioso estava presente em 125 nações, informaram as autoridades dos CDCs. 
Fonte: Reuters
 
 
* Iniciar combate ao HIV com terapia tripla é mais eficaz (03/04/2002)

Uma revisão de pesquisas realizadas anteriormente constatou que é mais eficiente começar a terapia anti-HIV com três drogas que com um número menor de remédios. Esse resultado reforça as atuais recomendações para o início do combate ao vírus. A análise de 54 testes clínicos mostrou que pacientes tratados com duas drogas foram menos propensos a morrer ou a apresentar progressão da doença durante o período do estudo do que as pessoas que recebiam apenas um medicamento. O risco mais baixo de morte ou de avanço da doença foi verificado entre os portadores do vírus que tomavam três remédios, informou artigo publicado na edição do British Medical Journal. 
No trabalho, pesquisadores da Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, revisaram estudos clínicos que incluíram mais de 20.400 pacientes HIV positivo. Os cientistas observaram que, em geral, os pacientes sob terapia tripla foram 40 por cento menos propensos a morrer ou apresentar evolução da infecção no decorrer do estudo que os do grupo que recebia dois medicamentos. 
Fonte: Reuters
 
 
* Drogas podem ajudar a tratar doença de Parkinson (03/04/2002)

Por meio de exames de imagem cerebral em pacientes com mal de Parkinson, cientistas descobriram que dois medicamentos amplamente utilizados contra a doença agem de formas distintas. Isso pode ajudar a encontrar uma forma de atacar a origem do problema, em vez de apenas seus sintomas, segundo um estudo publicado na terça-feira. 
As drogas envolvidas no estudo foram pramipexol e levodopa, ambas conhecidas por aliviar os sintomas da doença. O mal de Parkinson é um distúrbio incurável e debilitante, que se caracteriza pela degeneração das células nervosas cerebrais. Nos Estados Unidos, é a segunda doença a afetar o maior número de pessoas, perdendo apenas para Alzheimer. 
Fonte: Reuters
  

* Nova técnica promete transfusão mais segura (03/04/2002)

Um novo método promete livrar o sangue doado de todos os vírus e bactérias, tornando as transfusões mais seguras. A técnica se encontra atualmente em fase final de testagem e especialistas dizem que o processo, que utiliza substâncias químicas capazes de destruir o material genético dos microorganismos, pode eliminar de vez os casos de transmissão de Aids que ocorrem porque o vírus HIV não foi detectado nos exames de sangue comuns. Mais importante, a nova técnica, segundo seus criadores, poderia eliminar qualquer micróbio, inclusive aqueles que ainda não foram identificados. Se o processo fosse usado há 25 anos, poderia ter interrompido a disseminação da Aids através das transfusões de sangue antes mesmo de os cientistas identificarem o vírus que causa a doença. 
Fonte: O Globo
 
 

* Terapia hormonal pode aumentar risco de tipo raro de câncer (03/04/2002)

Alguns tipos de terapia de reposição hormonal podem aumentar o risco de um tipo raro de câncer de ovário, alertaram pesquisadores suecos na terça-feira. O estudo soma-se às considerações que uma mulher tem de fazer antes de decidir submeter-se ou não a terapia de reposição hormonal (TRH). A TRH alivia os sintomas da menopausa, como ondas de calor e efeitos colaterais sexuais. A terapia também produz efeitos positivos sobre a saúde, já que ajuda a prevenir a osteoporose e doenças cardíacas, e possivelmente, a doença de Alzheimer. No entanto, o uso isolado do estrogênio pode elevar o risco de câncer de útero, embora uma combinação com outro hormônio chamado progestina reduza esse risco. A TRH também estaria associada a um risco maior de câncer de mama, mas essa relação ainda não é clara. 
Fonte: Reuters